segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Botox no Tratamento de Dor de Cabeça /Cefaléia/ Enxaqueca


A idéia de postar esse tema surgiu quando uma cliente que sofria há anos de fortes dores de cabeça me relatou que tinha feito o procedimento de Botox para Dor de Cabeça junto ao seu médico, acompanhei o caso e pude conferir o bom resultado.

Melhorar a qualidade de vida de pessoas que têm dor de cabeça crônica é importante por vários motivos, sofrer de fortes dores que podem durar 15 dias ou mais, diminui a produtividade e a qualidade de vida de qualquer indivíduo, aumentando a irritabilidade, provocando um isolamento, tornando-o um indivíduo queixoso e até mal humorado.
Além disso, a dor de cabeça pode não ser o único sintoma, visão embaçada, aversão à luz e ao barulho, tonturas, bocejos, sonolência, distúrbios da memória e concentração, náuseas, fraqueza e desânimo, são alguns dos possíveis sintomas que podem vir associados caso o indivíduo sofra de enxaqueca.

O botox (toxina botulínica tipo A) foi aprovada nos Estados em outubro de 2010 para o tratamento da enxaqueca crônica e no Brasil, pela ANVISA este ano (2011).

Utiliza-se em geral no tratamento da enxaqueca um frasco inteiro do Botox, podendo ser até mais do que um frasco, dependendo da necessidade, ao contrário das aplicações estéticas que utilizam um terço do frasco ou meio frasco.

Em reportagem publicada pelo portal R7:

Estudos brasileiros e internacionais comprovaram que a toxina botulínica, mais conhecida como Botox, consegue acabar com as dores de pacientes que sofrem com um dos piores tipos de dor de cabeça que existe: a enxaqueca crônica. O uso excessivo de remédios para conter a dor faz com que seu efeito vá se perdendo ao longo do tempo, tornado-se ineficaz para combatê-las.
A enxaqueca tem como sintomas principais dores pulsantes de um lado da cabeça, moderadas ou fortes, associadas à náusea, vômito, intolerância à luz e ao barulho, com duração média de quatro a 72 horas.
Já as injeções de toxina botulínica do tipo A aplicadas a cada quatro meses nas regiões da testa (frontal), têmporas (temporal), atrás da cabeça (parietal) e no pescoço (occipital) conseguiram diminuir as dores até extingui-las em poucos dias. Isso porque o Botox contém a toxina do botulismo que, ao ser injetada em pequenas doses, paralisa o músculo e evita sua contração, eliminando os focos de dor.
Seu uso para fins médicos e estéticos foi aprovado há 20 anos nos Estados Unidos.
Mesmo oferecendo efeito temporário, de quatro a seis meses, como ocorre nos tratamentos estéticos, as injeções se mostram vantajosas no tratamento da enxaqueca ao oferecerem bem menos efeitos colaterais do que os remédios, segundo o neurologista Ailton Melo, da Universidade Federal da Bahia, autor de três estudos sobre o uso da toxina em tratamentos neurológicos, reconhecidos internacionalmente.
A toxina botulínica atua nos receptores neuromusculares, inibindo a saída de acetilcolina, [neurotransmissor liberado por células nervosas, que chega às células musculares, causando a contração do músculo. Ao impedir a liberação de acetilcolina, inibe a contração muscular, relaxando o músculo.
O tratamento padrão da enxaqueca pode envolver o uso de antidepressivos, anticonvulsivantes, remédios para labirintite, pressão e coração, de acordo com a necessidade do paciente. Ao longo do tempo o “coquetel” pode não surtir mais efeito, por isso o Botox aparece como um grande trunfo, afirma a neurologista Célia Roesler, membro titular da Academia Brasileira de Neurologia.
A toxina age exatamente onde o paciente sente dor, paralisando a musculaturas destes locais.
De acordo com a neurologista, o Botox tem boa tolerância neste tipo de tratamento e causa apenas pequenas dores e hematomas no local das aplicações. Mas em alguns casos, pode haver paralisias musculares temporárias e uma leve queda da pálpebra.


Remédios dão conta dos casos mais leves
Segundo o neurologista Marcelo Ciciarelli, presidente da Sociedade Brasileira de Cefaleia, o tratamento deve ser realizado somente em casos crônicos, ou seja, em pessoas que sofrem de dores frequentes na cabeça ao menos em 14 dias, durante três meses. Já que casos isolados e espaçados não demandam muitos medicamentos.
Ciciarelli ressalta que não se deve fazer aplicações em um período menor do que os quatro meses, pois há perigo de o corpo criar anticorpos que “ataquem” a toxina e desativem o tratamento.
A grande desvantagem no uso do Botox é o preço. Cada aplicação pode custar de R$ 800 a R$ 1.200.

O uso do Botox para essa finalidade não é novo no Brasil, mas o tratamento não segue um padrão, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Cefaleia. Com a recente aprovação da toxina para esse fim, feita pelo FDA (Food and Drug Administration), órgão americano que controla os produtos alimentícios e medicamentos que chegam ao mercado, o padrão tende a ser seguido mundialmente. No último dia 15, o órgão aprovou a aplicação das injeções a cada 12 semanas, na cabeça e no pescoço de adultos com enxaqueca crônica.
Fonte Portal R7
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Remédios causam efeitos colaterais como lesões na mucosa gástrica e rins, sonolência, tonturas, náuseas, letargia, mal-estar, dores no corpo, que podem durar várias horas.
A dor de cabeça não é uma patologia (doença) é um sintoma e descobrir a causa dessa dor é importante, muitas vezes pode ser um processo investigativo longo, difícil de diagnosticar, tomar analgésicos não curam a causa, que pode continuar persistindo por anos, fatores que podem estar associados à causa da dor de cabeça:
- Uso de outros medicamentos como anti-depressivos,
- Fatores genéticos, ambientais (stress, poluição, barulho, mudanças climáticas, odores),
- Dietéticos (aspartame)
- Nitratos (presente em salsichas, salames),glutamato monossódico, aji-no-moto,
- Cafeína (café, chá, coca-cola),
- Álcool (vinho tinto)
- Jejum;
- Hormonais (ovulação, menstruação, pílula anticoncepcional) e
- Irregularidade dos padrões de sono,

O Botox é mais um tratamento paliativo, ou seja, não cura, mas trata muito bem os sintomas, com mínimo efeito colateral, diminuir o uso abusivo de analgésicos e anti-inflamatórios é um objetivo de todos os indivíduos que sofrem desse mal, ficar livre dos efeitos colaterais e da acomodação do efeito dos analgésicos que com o tempo tendem a não fazer mais o mesmo efeito.
Outros tratamentos que têm se mostrado muito bons são dieta preventiva de determinados alimentos (leite, queijo, vinho, bebidas alcoólicas, cafeína e outros), hábitos saudáveis (dormir 8 horas por noite, praticar atividades físicas, ioga e outros), evitar o jejum, consumir magnésio e coenzima Q10.
A fisioterapia tem muito a oferecer, com orientações, terapia manual, acupuntura, pilates, manobras de relaxamento/alongamento, tração, osteopatia, quiropraxia, terapia craniosacra, terapia para dor crônica, liberação miofascial, liberação de pontos gatilhos, calor profundo, tratamentos para dor orofacial e ATM, dentre várias.



Aqui neste post não entrarei em detalhes sobre tipos de dor de cabeça, mais informações sobre tipos de dores e sintomas em:
www.enxaqueca.com.br

Vídeos:
http://youtu.be/KJSfMyZ46sE Vídeo Reportagem
http://youtu.be/rQpLzlnZGIk Vídeo Reportagem
http://youtu.be/woEAx-CP2SE Vídeo Reportagem

Importante: Procure seu médico e descubra a causa de sua dor de cabeça.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Os Aparelhos Estéticos mais TOPs da Atualidade


Aparelhos de Última Geração, mais procurados e com os melhores resultados encontrados atualmente.


ACCENT – Radiofreqüência Facial e Corporal
Objetivo: Face - Flacidez / Corpo - Flacidez e Celulite


O Accent promove um aquecimento de dentro para fora, nas diferentes camadas dos tecidos da pele, estimulando também a formação de novas fibras de colágeno, combatendo as fibroses existentes, bem como promovendo uma compactação das células de gordura. Desta forma o Accent é um excelente aliado no combate a flacidez e celulite.

Devolve a firmeza e melhora a textura da pele, é um procedimento rápido, seguro e livre de dor.

Face: 4 sessões uma vez ao mês.

Corpo: 10 sessões, com intervalo de 15 dias para celulite e 30 dias para flacidez.


Outras empresas tentam lançar aparelhos semelhantes, mas não possuem a mesma potência, o que afeta diretamente no tamanho da área tratada, ou seja não conseguem tratar áreas grandes com a mesma rapidez e eficiência. Sujeitando o paciente a pacotes longos, com sessões mais demoradas.

Fabricado em Israel, sua tecnologia- a Radiofreqüência- emite ondas eletromagnéticas de alta freqüência que produzem um aquecimento na superfície da pele em torno de 40º . Este calor intenso provoca a contração das fibras de sustentação da pele, tratando de maneira eficaz a flacidez tecidual.










Mais informações em:

LUZ PULSADA
Objetivo: Igualar a cor da pele e rejuvenescimento.
Método seguro, eficaz e não invasivo para tratamento do fotoenvelhecimento. Permite tratar em uma mesma sessão manchas, sardas, acne, lesões vasculares e rosácea, além de estimular a produção de colágeno, melhorando a aparência, viço e textura da pele.


As sessões variam de 2 a 10, dependendo do objetivo, com intervalo de 30 dias.
Mais informações em:


DEPILAÇÃO A LASER – Light Sheer
Objetivo: Remover os pêlos progressivamente, de modo duradouro.
O Laser de Diodo LightSheer é um equipamento de última geração, projetado para remover os pêlos indesejados de forma rápida e confiável.
É indicado para o tratamento da foliculite e redução dos pêlos em qualquer região do corpo. A depilação a laser pode ser aplicada em todo o corpo e rosto.
Em média são necessárias de 4 a 8 sessões, que são realizadas com intervalos de 30 dias.
Mais informações em:
ULTRALIPO – Ultracavitação
Objetivo: Redução da gordura localizada.
O aparelho que atualmente nos possibilita ter os melhores resultados para redução da gordura localizada e da celulite túrgida (dura).
Ultralipo reduz a gordura localizada, é uma solução não-invasiva para contorno corporal e a celulite. Ele atinge as células adiposas com precisão e proporciona redução efetiva da gordura sem pós-operatórios. Em alguns casos, observa-se uma diminuição de até 5 centímetros depois de uma única sessão. Esse processo gera uma energia livre de impacto, que ajuda no rompimento da membrana adipocitária (das células de gordura).

O número de sessões varia de 5 a 10, com intervalo de 7 a 15 dias.
Sem dor ou efeitos colaterais.
Mais informações em:
http://daniborgesfisio.blogspot.com/2011/07/o-que-e-ultracavitacao.html



 





Importante:

Os melhores resultados destes tratamentos estéticos são conseguidos juntamente com ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA e ATIVIDADE FÍSICA, não existem milagres, a tecnologia é ótima porém limitada, todos esses tratamentos não são invasivos, dependem de acompanhamento e de uma resposta de cada organismo, seja na eliminação de resíduos metabólicos, seja na formação de novo colágeno, sempre terá variação de resultados a cada indivíduo, quanto mais saudável for o paciente e global for seu acompanhamento melhor será seu resultado.

Esses tratamentos exigem dedicação e são indicados, por exemplo, para casos como:
- Aquela gordura localizada que mesmo no seu peso ideal e fazendo atividade física não saiu...
- Aquela flacidez de pele leve a moderada,
- Caso a celulite for de um grau mais grave ela vai melhorar, uns 30 a 40%, mas não vai sair como em casos mais leves...
- Melhorar as manchas do rosto, mas o paciente deve saber que não deverá mais tomar sol.
(leia mais sobre cada tópico nas respectivas publicações)

Enfim, desconfie de promessas milagrosas e de preços muito baixos, pergunte, pesquise diretamente com profissionais atualizados, porque já cansei de ler besteira na internet e até mesmo em revistas especializadas em beleza, que também podem publicar matérias pagas por empresas de grande interesse, afinal todos nós estamos sujeitos a esse "lobby" da indústria de beleza e cosméticos, neste caso a experiência conta e muito.

O que está esperando?

Agende sua avaliação e venha conhecer toda essa tecnologia que está a sua disposição, invista seu tempo e dinheiro em tratamentos eficientes !!!

Desfrute de toda essa tecnologia com consciência.













domingo, 11 de setembro de 2011

Victoza® - Um novo medicamento para emagrecer chega ao Brasil


 Victoza®, um medicamento que a princípio foi lançado para o tratamento do diabetes, se tornou a sensação deste verão de 2011, quando se revelou um ótimo aliado na perda de peso, mesmo em quem não possui diabetes.
Seu nome farmacêutico é Liraglutida, fabricada pelo laboratório dinamarquês Novo Nordisk, já foi lançada na Europa em 2009 e nos Estados Unidos em 2010 e no Brasil em junho deste ano e por enquanto indicado somente para o tratamento do Diabetes tipo 2.
Nem o fabricante, nem as agências de saúde indicam usá-lo como emagrecedor, devido esta droga ainda não ter registro — por isso, a Anvisa desaconselha o uso. Porém alguns médicos já a estão receitando para pacientes que não têm diabetes, mas precisam emagrecer.
O medicamento é aprovado pela Anvisa como “adjuvante da dieta e atividade física para atingir o controle glicêmico em pacientes adultos com diabetes mellitus tipo 2, para administração uma vez ao dia como monoterapia ou como tratamento combinado com um ou mais antidiabéticos orais (metformina, sulfoniluréias ou tiazollidinediona), quando o tratamento anterior não proporciona um controle glicêmico adequado”.
No entanto o remédio se mostrou tão eficiente na perda de peso que o laboratório responsável já deu entrada nas pesquisas para a aprovação da liraglutida como emagrecedor. Os resultados das duas primeiras fases de testes da substância em seres humanos já foram publicados nas revistas científicas The Lancet e International Journal of Obesity. Os dados mais recentes foram divulgados em julho. Foram acompanhados 500 homens e mulheres, em 19 hospitais euroupeus. Em 5 meses de tratamento, 85% dos voluntários perderam, em média 7 quilos.
Desde junho o remédio vem sendo testado em 5000 pessoas, de 27 países, entre os quais o Brasil. Todos os indivíduos participantes têm sobrepeso de no mínimo 7 quilos (7 quilos a mais que o ideal). Essa é a última etapa antes de submeter o medicamento às autoridades sanitárias para que seja vendido como emagrecedor.
Por isso não temos publicados os resultados conclusivos, nem de seu resultado, nem de todas as contra-indicações e nem de seus efeitos colaterais quando usado para perda de peso e pelo que foi indicado a dose empregada nestes teste para emagrecimento é o dobro da dose usada para controle do diabetes.
Para perda de peso com finalidade estética – aqueles dois ou quatro incômodos quilinhos – a liraglutida é contraindicada, os teste foram realizados em obesos mórbidos.
Os efeitos que os médicos estão tendo em seus consultórios parecem muito animadores, como o de várias pessoas citadas na reportagem da revista VEJA. Com um resultado muito maior se comparado a qualquer outro anorexígeno habitual, como por exemplo, a sibutramina.
Outro fator que deve ser levado em consideração é que o uso de anorexígenos está cada vez mais controlado, a Anvisa (Agência Nacional de Vigiância Sanitária) deve anunciar a retirada de mais alguns remédios nos próximos dias, pelo que tudo indica só restará a sibutramina e ainda assim sobre regras cada vez mais rigorosas.
Entenda melhor como esse medicamento funciona:
Liraglutida é um análogo de GLP-1 (Glucagon-like peptide-1) – e possui 97% da identidade de sequência de aminoácidos de GLP-1 nativo, hormônio natural produzido pelo intestino que colabora para o metabolismo normal da glicose como outros hormônios pancreáticos e gastrointestinais como a insulina, o glucagon, a amilina etc.
Além de auxiliar no controle glicêmico dos pacientes diabéticos, o Victoza® proporciona importantes benefícios como: redução do apetite, perda de peso, redução significativa na pressão arterial sistólica e melhora da função das células beta, responsáveis por sintetizar e secretar a insulina.
A liraglutida pode promover perda de peso por retardar o esvaziamento gástrico e aumentar a sensação de saciedade após as refeições, podendo ser então um grande aliado no combate à obesidade. Ele reduz os movimentos de contração intestinal toda vez que o alimento chega ao intestino, aumentando o tempo de digestão — o que favorece a sensação de saciedade. O GLP-1 também estimula partes do cérebro ligadas à satisfação. A Liraglutida faz o mesmo, mas não depende do alimento para agir. Além disso, seu efeito dura 24 horas (a saciedade permanece por mais tempo), enquanto o GLP-1 age por três minutos.
O medicamento age no pâncreas estimulando a liberação de insulina apenas quando os níveis de açúcar no sangue estão altos, o que gera baixo risco de hipoglicemia. Além disso, o medicamento é metabolizado naturalmente pelo organismo e não possui excreção renal.


Sua aplicação se dá por meio de uma caneta de injeção subcutânea, uma vez ao dia, sempre no mesmo horário.
Para auxiliar a perder peso, a dose deve ser o dobro da usada para controlar o diabetes — o que engorda o preço, que fica em torno de R$ 400 - R$ 500,00 por mês, mesmo neste preço já está esgotado ! 


Efeitos Colaterais
Este remédio pode apresentar efeitos colaterais, mesmo para pacientes aos quais ele é indicado. Entre as reações que a liraglutida pode provocar estão vômitos, prisão de ventre, hipoglicemia, cefaléia, tontura, infecção do trato aéreo respiratório (rinite, sinusite), infecção do trato urinário, dor nas costas, dor de estômago e inchaço ou vermelhidão no local da injeção.
Além destes eventos destacam-se outros riscos, tais como: pancreatite, desidratação e alteração da função renal e da tireóide.

 “A obesidade é uma doença crônica, mas não há um medicamento efetivo para controlá-la”, diz o presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Airton Golbert. “O laboratório Novo Nordisk (que fabrica o Victoza) está testando a droga para que seja usada também no emagrecimento. Pode ser uma alternativa”, completa.
A agência frisa que o remédio é indicado apenas para quem tem diabetes. Ainda não foram apresentados a Anvisa os estudos que comprovem a eficácia ou segurança do uso do produto Victoza para redução de peso e tratamento da obesidade.
Até que toda a comprovação e tramitação acabe a Anvisa não pode reconhecer “a indicação do Victoza para qualquer utilização terapêutica diferente da aprovada e afirma que o uso do produto para qualquer outra finalidade que não seja como anti-diabético caracteriza elevado risco sanitário para a saúde da população”.
Não podemos colocar toda a responsabilidade da perda de peso em um medicamento qualquer que ele seja, todos nós estamos cansados de saber (até eu que andei abusando ultimamente) que existem DOIS FATORES fundamentais para a manutenção do baixo peso:
- Atividade Física Regular, pelo menos 30 minutos ao dia, traz imensos benefícios à nossa saúde.
- Alimentação Balanceada: a quantidade de calorias varia conforme a atividade de cada indivíduo, a melhora no padrão alimentar é que garante uma vida mais saudável.
Pense nisso...
O que temos que realmente observar é:
- Até que ponto esse remédio é tão melhor do que qualquer outro que já existe?
- O efeito a longo prazo, o uso deste medicamento com o objetivo de emagrecimento em indivíduos não diabéticos causaria algum prejuízo a saúde? Qual o tempo mínimo e máximo de uso?
- Por quanto tempo as pessoas podem manter seu peso à custa de tomar medicamento, qualquer que seja ele?
- Como controlar o tão temido efeito sanfona, só com medicamento ?
- Vale a pena estar entre os primeiros a tentar esse tipo de emagrecimento, investindo seu dinheiro e sua saúde?
- Você realmente procurou um bom médico atualizado e fez todos exames investigativos, analisando seus hormônios e observando a CAUSA de seu excesso de peso, seja muito (obesos mórbidos) ou pouco (apenas gordura localizada)?
A Organização Mundial de Saúde (OMS) fez as contas e chegou à conclusão de que no planeta já existem mais pessoas com excesso de peso do que passando fome. A obesidade deixou de ser um fenômeno exclusivo dos países ricos, tanto que em locais como a China, onde a fome ainda atinge mais de 150 milhões de pessoas o excesso de peso também já afeta mais de 20 milhões de pessoas.

A prevalência da obesidade, a nível mundial, é tão elevada que a OMS considerou esta doença como a epidemia do século XXI, se não se tomarem medidas drásticas, mais de metade da população mundial será obesa dentro de 20 anos.

Publicação do Instituto Nacional do Câncer (Inca), órgão vinculado ao Ministério da Saúde, diz que a redução dos níveis de obesidade no país pode evitar 19% dos casos da doença. “A obesidade é a grande epidemia do século XXI. A população brasileira infelizmente está seguindo a tendência internacional e está a cada dia mais gorda. Precisamos nos unir para combater a Obesidade, pois ela é fator de risco para o câncer e outras doenças, como hipertensão, diabetes e problemas cardiovasculares”, destaca o especialista em cirurgia da obesidade, Dr. Roberto Rizzi.

Como pode em uma sociedade tão "moderna", com informações que se dissipam instantaneamente e o progresso da ciência e da medicina são indiscutíveis, a obesidade avançar em proporções tão alarmantes.
A possibilidade de acabar com a obesidade parece irresistível para qualquer pessoa, já que se trata de uma epidemia mundial e claro que a indústria farmacêutica lucraria muito com isso. 
Será que essa matéria da VEJA foi comprada?

Será que a obesidade enfim estará com seus dias contados?

Seria esse o primeiro medicamento para emagrecer realmente eficiente?
Porque se remédio para emagrecer funcionasse ninguém seria gordo...
Não se esqueça que seu médico é a pessoa mais importante para discutir essas questões, o acompanhamento médico é fundamental, só seu médico irá saber se um medicamento cabe ou não ser indicado para você, baseado no seu histórico clínico. Qualquer medicação deve ter seu uso avaliado em termos de riscos e benefícios.
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'Revista Veja apresenta o remédio milagroso que ajuda a emagrecer'
A edição 2233 – Ano 44 – n.36. Em 7 de Setembro 2011. Da revista VEJA mostra como age o medicamento

Reprodução: VEJA
Criado para ajudar pessoas que sofrem de diabetes, o Victoza, remédio recém lançado pela industria farmacêutica, está também sendo usado por pessoas que não tem a doença como aliado na perda de peso. A edição da revista VEJA desta semana mostra como age o medicamento conta historia de pessoas que, enfrentaram os leves efeitos do medicamento e perderam até 12 quilos em apenas cinco meses.
Um destes personagens é Ana Paula Nogueira, 30 anos. Ela está há pelo menos 10 meses, ela já enfrentou mais de 20 dietas diferentes para que em seus 1,75 metros pesasse apenas 70 quilos. Porém em agosto, ela procurou mais uma vez seu endocrinologista, que lhe recomendou o liraglutida, vendido como Victoza. Ela faz parte do grupo de um terço dos usuários que consomem o medicamento mesmos em ter diabetes. E deu certo. Em apenas 32 dias foram quatro quilos a menos.
Como explica VEJA, o medicamento é fabricado no laboratório Novo Nordisk, da Dinamarca, lançado nos EUA em 2010, e há três meses no Brasil. Mesmo sendo indicado para o diabetes tipo dois, ele vem maciçamente sendo usado para o emagrecimento. Até mesmo o laboratório que fabrica o Victoza já busca o reconhecimento do medicamento como emagrecedor. Ele é aplicado diariamente com uma injeção por meio de agulha de 6 milímetros.
A pedido de VEJA, o médico endocrinologista Antônio Carlos de Nascimento fez simulações em laboratório e os resultados comparando o consumo médio de gordura dos brasileiros com a taxa de queima do liraglutida e chegou-se ao resultado de menos 10 quilos em média durante cinco meses. Em caso de associação com atividade física, os resultados, segundo Nascimento, podem chegar à redução de 12 quilos no mesmo período. Ainda segundo o especialista, nos laboratórios já são observados resultados bem mais animadores em pacientes, do que em casos onde são usados inibidores de apetite habituais, explica, podendo a perda de peso chegar a ser até 50% maior.
LIRAGLUTIDA ASSOCIADA À DIETA: PERDA DE ATÉ 12KG


A revista cita o estudo realizado pelo International Journal of Obesity que mostra que o medicamento não só não faz mal ao coração, como provoca baixas nos índices de pressão arterial. O estudo cita ainda que o liraglutida não afeta a atividade cerebral, apenas imita uma substancia já existente no organismo. Quantos aos efeitos colaterais, os pacientes só queixaram-se náuseas e dores de cabeça. Nada que assuste.
NO QUADRO, VEJA COMO AGE A LIRAGLUTIDA

Resultado da medicina moderna, como própria VEJA explica, o medicamento vem para solucionar um dos grandes problemas do homem no século XXI, emagrecer em enfrentar grandes efeitos colaterais, aumentando a sensação de saciedade causando o mínimo de danos. Ele também está aí para os 300 milhões de diabéticos, 14 milhões no Brasil, que do total, 80% pesam mais do que deviam. A verdadeira “bala de prata contra o excesso de peso”.

ANA PAULA NOGUEIRA – 30 anos – Perdeu 4 quilos em apenas um mês. Sempre se viu uma pessoa sedentária e elogia os efeitos mínimos do tratamento. Agora 76 quilos, que atingir o seu peso normal, de 70.
LUIZ HENRIQUE PIRES DE OLIVEIRA ALVES – 42 anos – Com 1,80 metro de altura, conta as calorias desde a infância. Tomou inibidores de apetite por quase uma década e chegou a usar balão gástrico. Conseguiu sair dos 116 quilos, e em dois meses perdeu 11. Agora, espera chegar à casa dos 90.
Fonte: Jornal 180 Graus
(http://180graus.com/geral/revista-veja-apresenta-o-remedio-milagroso-que-ajuda-a-emagrecer-454278.html)
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